China cancela acordo de US$ 2 bilhões da Meta com a Manus AI, deixando os fundadores em apuros e causando agitação no Vale do Silício
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China (NDRC) bloqueou a aquisição de US$ 2 bilhões da Manus pela Meta, uma startup de IA autônoma fundada por engenheiros chineses que se mudou para Cingapura antes de Mark Zuckerberg comprá-la no final do ano passado. A medida marca uma das intervenções mais significativas da China em um negócio transfronteiriço, indo muito além das tensões entre os EUA e a China e abrangendo o setor de IA de forma mais ampla. Sem oferecer nenhuma explicação, a NDRC ordenou que ambas as partes desfizessem totalmente o negócio, citando leis e regulamentos que proíbem o investimento estrangeiro no projeto Manus. Cerca de 100 funcionários da Manus já haviam se mudado para os escritórios da Meta em Cingapura em março, com o CEO Xiao Hong se reportando diretamente ao COO da Meta, Javier Olivan. Para complicar ainda mais a rescisão, o CEO da Manus, Hong, e o cientista-chefe Yichao Ji estariam sob proibição de saída, impedindo-os de deixar a China continental.
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